“Guarda estes versos que escrevi chorando como um alívio a minha saudade, como um dever do meu amor; e quando houver em ti um eco de saudade, beija estes versos que escrevi chorando.”

Machado de Assis.  (via oxigenio-dapalavra)
“Carrego o peso da lua,
Três paixões mal curadas,
Um saara de páginas,
Essa infinita madrugada.”

Paulo Leminski. (via oxigenio-dapalavra)
“Morto ou vivo
carrego o maleficio
de andar sem querer
de ser, de permanecer.”

Elisa Bartlett   (via oxigenio-dapalavra)

o amor é um rio

e eu rio

para esvaziar.

“Nas minhas cicatrizes não carrego nada, nem lembranças, nem saudade, nem muito menos dor. Gosto de olhá-las como fontes luminosas de força que quando sangram ajudam meu coração a bater.”

Elisa Bartlett (via oxigenio-dapalavra)

Reflita quando você disser que ama alguém. É um compromisso muito mais emocional do que semântico.

Vá para o Tibet.
Monte em um camelo.
Leia a bíblia.
Pinte seus sapatos de azul.
Deixe a barba crescer.
Dê a volta ao mundo numa canoa de papel.
Assine The Saturday Evening Post.
Mastigue apenas com o lado esquerdo da boca.
Case-se com uma perneta e se barbeie com uma navalha.
E entalhe seu nome no braço dela.
Escove os dentes com gasolina.
Durma o dia inteiro e suba em árvores à noite.
Seja um monge e beba chumbo grosso e cerveja.
Mantenha sua cabeça dentro d’água e toque violino.
Faça uma dança do ventre diante de velas cor-de-rosa.
Mate seu cachorro.
Concorra à prefeitura.
Viva num barril.
Rompa sua cabeça com uma machadinha.
Plante tulipas sob a chuva.

Mas não escreva poesia.


Charles Bukowski. (via oxigenio-dapalavra)
“A literatura é uma viagem sem ponto final.”

Elisa Bartlett  (via oxigenio-dapalavra)
“Eu me permito apreciar isso, a manipular a coisa a meu favor porque eu tenho a febre da faca amolada, dos céus azuis e profundos.”

Charles Bukowski     (via oxigenio-dapalavra)